domingo, 29 de janeiro de 2012

me diz ...


"me responde, por favor, pra onde vai o meu amor, quando o amor acabar..."

Minhas tardes com Margueritte



"foi um encontro discreto do afeto com o amor."

"nas histórias de amor, não há apenas o amor. Nunca dissemos 'te amo', no entanto, nos amamos."

domingo, 11 de setembro de 2011

Maninha

Se lembra dos luares dos sertões
A roupa no varal, feriado nacional
E as estrelas salpicadas nas canções?

Chico

terça-feira, 6 de setembro de 2011

going

eu vou para onde o amor me levar...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ces amour là

"os melhores anos da vida são ainda não vivemos."

quarta-feira, 31 de agosto de 2011


basta um encontro por acaso e pronto.

domingo, 28 de agosto de 2011

para comemorar


e no sétimo dia ele dançou...

Nietzsche


"EU NÃO ACREDITO EM UM DEUS QUE NÃO SAIBA DANÇAR."

magia


levei minha alma para dançar...



alguém me leva pro verão?

sábado, 27 de agosto de 2011

Se Eu Soubesse




chance


vida: uma sucessão de acasos.

sábado, 20 de agosto de 2011

keep walking


a melhor maneira de solucionar os seus problemas é caminhar pelas ruas.




essa é uma das razões pelas quais eu não tenho carro.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Astronauta Lírico

vou viajar contigo essa noite...



... em homenagem ao show incrível de ontem!

terça-feira, 14 de junho de 2011

das coisas lindas de emocionar

Para mim, arte não se critica, arte se aprecia. Arte é feita para gerar emoções e ponto. Quando racionalizamos qualquer que seja o objeto de arte (uma música, um poema, uma dança), perdemos a oportunidade de ser levado por uma onda de emoção, de entregar-se a uma sensação, uma experiência ímpar.
Falo isso, por que estava aqui justamente prestando atenção nas sensações que as músicas me fazem sentir. Eu quase choro quando ouço um tango, por que este estilo de música é tão lindo, mas tão lindo para mim, que me toca de uma forma quase triste de tão intenso. Seu compasso de dois por quatro, a força do bandoneon, as letras tristes cantadas intensamente em castellano, um idioma tão apaixonante, me remetem a tristes histórias de amor, me aperta o peito numa dorzinha quase boa, como uma melancolia. Ariel Ardit me fez parar a minha tarde de trabalho, apenas para contemplas estes sentimentos bailando dentro de mim...